ECLIPSE SOLAR DE 29 DE MARÇO DE 2006
A Estação Costeira1 deslocou-se até Natal, acompanhou o evento e fez a cronometragem do instante U2 (momento em que o disco lunar oculta completamente o disco solar) e de forma indireta o instante U3 (fim da totalidade).
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ECLIPSE TOTAL DO SOL |
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Observadores: Alexandre Amorim (AMO), Margarete J. Amorim (AMJ), Marly Jacques (MJC) Matheus Almeida Coelho (MAC) |
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Coordenadas medidas
geometricamente através do GoogleEarth (Hélio Vital):
longitude 35°10'23" W Instrumentos:
Binóculos 7x50 e DSC-S40(AMO); binóculos 10x50 (MAC)
Tomada de tempo:
U2 - AMO - 08:34:52 UT Nota: O instante U3 (fim da totalidade) não foi observado diretamente, pois o Sol estava coberto pelas nuvens. A tomada corresponde ao momento em que houve o aumento repentino da luz solar através das nuvens, indicando o fim da totalidade. |
| ANÁLISE DE HÉLIO VITAL - REA ECLIPSE SOLAR 29 MAR 2006 (elementos de Espenak)
TD-TU= 64.9 s Circunstancias para as coordenadas Lat: - 5°52'43.0" Long: + 35º10'23.0" Alt: 0m Ponta Negra (Costeira1) Eclipse total com magnitude maxima igual a 1.00955 Contato TU (h:m:s) AP AV Alt Az Razao Diam P1 7:41:44.5 240.1 335.4 -11.30 87.7 1.03171 U1 8:34:51.0 31.6 307.6 2.24 86.4 1.03551 MAX 8:35:42.9 149.2 245.3 2.44 86.4 1.03558 U4 8:36:35.1 266.7 182.8 2.64 86.4 1.03564 P4 9:34:28.0 57.9 155.1 16.80 84.7 1.03984 Duracao do eclipse parcial = 1h 52m 43.4s Duracao do eclipse central = 1m 44.1s Para o segundo e terceiro contatos, as correções para as irregularidades do limbo lunar são de -0,2s e -4,0s, respectivamente. Portanto, o registro do segundo contato atrasou-se em relação à nossa previsão em apenas 1 segundo, o que está bem dentro da incerteza experimental. Por outro lado, o atraso de 8s no registro do terceiro contato provavelmente ocorreu em virtude da influência de espessas nuvens que impediram que o observador notasse o provável anel de diamante formado, cuja duração teria sido de 4 segundos, e ainda causaram um atraso de 5 segundos adicionais devido à não percepção da volta do crescente. Como os cálculos mostram, na hora registrada pelo observador para o terceiro contato, somente 0,04% do disco solar já havia reaparecido. ECLIPSE SOLAR 29 MAR 2006 (Elementos de Espenak)
TD-TU= 64.9 s Circunstancias para as coordenadas Lat: - 5°52'43.0" Long: + 35º10'23.0" Alt: 0m Ponta Negra (Costeira1) TU (h:m:s) AP AV Alt Az Mag Obsc Razao Dia 8:36:40.0 84.7 180.7 2.7 86.4 0.99869 0.9996 1.03565 Sabem quanto brilha esse pedacinho de 0,04% do disco solar? Expresso em magnitude (m), o finíssimo crescente teria: m = m(Sol) - 2,5log(0,0004 ) = -26,72 + 8,49 = -18.23 Sabem ao que corresponde tudo isso, concentrado num "tracinho" diminuto do céu, em termos do brilho da Lua? I/I(Lua)= 10^0,4(m(Lua)-m)= 10^0,4(-12,74+18,23) = 157 Ou seja, 157 Luas Cheias! |
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Alexandre Amorim
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