
| ECLIPSE PARCIAL DO SOL |
| Observadores: Alexandre Amorim (AMO) Débora Ferrari da Silva (DFS) |
| Coordenadas medidas geometricamente com mapa
da cidade:
Carianos - Florianópolis longitude 48°32'42" W latitude 27°39'40" S altitude + 2 metros Instrumento : Refrator 60mm f/13.3 80x
Tomada de tempo:
P4 - DFS - 11:37:47 UT
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| Para
essas coordenadas, o programa de Hélio Vital gerou as seguintes
circunstâncias:
ECLIPSE SOLAR DE 21 DE JUNHO DE 2001
Eclipse parcial com magnitude maxima igual a 0.79533 e obscurecimento maximo igual a 0.74930 Contato TU (h:m:s) AP AV Alt Az Razao Diam P1
9:33:34.2 241.7 358.9 -7.09 67.2
1.03177
O valor previsto seria P4 = 11h37m58.8 (+-.7) s. Além disso, outra opção do mesmo programa permitiu o cálculo das frações eclipsadas nos instantes cronometrados:
ECLIPSE SOLAR DE 21 DE JUNHO DE 2001
TU (h:m:s) AP AV
Alt Az Mag
Obsc Razao Diam
Ou seja, quando o Alexandre Amorim deixou de
notar qualquer obscurecimento, apenas 1/10000 da área do Sol ainda
se encontrava ocultada. Isso correspondia a um arco cuja largura
máxima era de apenas 0,00181 (mag) x 100 mm (diâm. imagem
do Sol) = 0,18 mm sobre a superfície do papel onde estava sendo
projetada a imagem - no limite da acuidade visual de um experiente observador.
A diferença P4 t - P4 exp, de apenas 8 segundos, constitui portanto
um excelente resultado para o aumento utilizado. A média que eu
tinha para essa diferença, obtida em outros eclipses por vários
observadores, ficava entre 12 e 18 segundos.
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